É muito interessante olharmos o futuro do nosso cotidiano, tendo como referência o passado. Na primeira revolução industrial (XIX) o serviço artesanal foi substituído, na Inglaterra, pela produção em massa. No início do séc. XX, nos Estados unidos Henry Ford iniciou a produção em massa que passou a ser símbolo da segunda Revolução Industrial. Após um século,a chamada terceira revolução industrial é trazida por aparelhos que constroem um objeto real a partir de um arquivo digital: a impressora tridimensional. Na folha de São Paulo, dia 27 de outubro de 2012, ao comentar um livro "Fazedores: A Nova Revolução Industrial", publicado no início de outubro, de Chris Anderson, menciona que nos últimos dez anos foram descobertas novas maneiras de criar, inventar e trabalhar em grupo usando a internet.
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
VÍDEO - VANTAGENS DE SE TRABALHAR EM EQUIPE
Tópicos passíveis de serem trabalhados a partir deste vídeo:
a) Vantagens de se trabalhar em grupo
b) Observar: características do personagem que avista a ave e seu papel no grupo
AS HABILIDADES DE ENSINO
A
atitude do educador em sala de aula é decisiva para a conquista da confiança
dos alunos e para o fluxo tranquilo das atividades desenvolvidas. Anna Maria
Carvalho identifica as principais habilidades de ensino, que nada mais são do
que os conjuntos de comportamentos do professor, quando este está face a face
com seus alunos, possíveis de serem definidos, observados e quantificados.
Dentre as muitas habilidades de ensino definidas por vários autores,
selecionamos cinco — as habilidades de introdução, de variação, de
questionamento, de reforço e de ilustrar com exemplos —, que, a nosso ver, são
as mais importantes quando o foco central do curso de formação de professores é
aumentar a interação professor– aluno em sala de aula.
ETAPAS DO TRABALHO DOCENTE
O
trabalho docente compreende o conjunto de atividades exercidas pelo professor.
Não se resume ao momento da aula propriamente, mas inclui planejamento e
sondagem e verificação. Podemos identificar três fases:
1ª fase: o planejamento
de ensino
Plano
é um roteiro, é tudo aquilo que pretendemos realizar e os meios para fazê-lo.
Planejamento
é atividade mental de organizar, concatenar, ou seja, ligar o plano a uma
realidade que queira desenvolver na sala de aula. É o ato de traçar o plano, é
a programação dos trabalhos escolares, usando posterior ação docente, de
maneira a atingir os objetivos que anteriormente foram propostos.
Há
três tipos de planejamento:
1-Planejamento
de curso: é um planejamento mais amplo, abordando os temas de um curso
(bimestral, semestral ou anual), incluindo os objetivos, estratégias e
avaliação de cada tema.
2-
Planejamento de unidade: é um planejamento parcial, referindo-se a um único
tema, incluindo também conteúdo, estratégias e avaliação de cada tema.
3-
Planejamento de aula: é um plano detalhado, referente ao que se pretende tratar
numa aula.
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
ANÁLISE DE FILMES EDUCACIONAIS
Um excelente filme para trabalhar a prática cotidiana do professor aliado ao planejamento e ao desafio de sala de aula é "O sorriso de Monalisa"
Resumo do filme: Em 1953, a recém-graduada Katherine Watson (Julia Roberts) torna-se professora de História da Arte do respeitado e conservador colégio Wellesley. Decidida a lutar contra normas tradicionais que existem na sociedade e no próprio colégio, a jovem professora inspira suas alunas, como Betty (Kirsten Dunst) e Joan (Julia Stiles), a vencer seus desafios de vida. Uma espécie de Sociedade dos Poetas Mortos na versão feminina.
Análise do filme:
1-Traçar um paralelo entre o filme e atualidade com relação à função:
a) Da escola
b) Do aluno
c) Do professor
2- Foi possível identificar algumas situações ocorridas no filme com o cotidiano da sala de aula? Descreva sucintamente.
3- como o Diretor organizou a narrativa do filme.
4- Uma possível leitura do expectador.
3- como o Diretor organizou a narrativa do filme.
4- Uma possível leitura do expectador.
FICHA TÉCNICA
Diretor: Mike Newell
Elenco: Julia Roberts, Kirsten Dunst, Julia Stiles, Dominic West, John Slattery, Maggie Gyllenhaal
Produção: Elaine Goldsmith-Thomas, Paul Schiff, Deborah Schindler
Roteiro: Lawrence Konner, Mark Rosenthal
Fotografia: Anastas N. Michos
Trilha Sonora: Rachel Portman
Duração: 117 min.
Ano: 2003
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: Revolution Studios / Columbia Pictures Corporation
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
Notícias comentadas....Escola troca formação....Fonte: Folha de São Paulo: 7/10/2012
Escola troca formação de cidadão pela capacitação de clientes....
A escola como é hj pode desaparecer. Segundo a antropóloga argentina Paula Sibilia que lança livro "Redes ou Paredes - A Escola em Tempos de dispersão", a escola já prioriza a formação de cidadãos, mas oferecer serviços a clientes consumidores.
No ensaio que faz em seu livro avalia o impacto das mídias eletrônicas no aprendizado cada vez mais dispersivo e avesso à reflexão.
Este artigo alerta para o desmoronamento das "paredes" escolares como conhecemos....o nosso modelo de escola, que hj está sendo permeado por redes sociais que perpassam a sociedade. O mercado capitalismo dita novas regras do jogo. A escola está ficando à deriva e têm que se adaptar com urgência. A escola precisa ser redefinida. Tenho encontrado professores da rede estadual de Ensino e muitos falam como está difícil lecionar nestes últimos 5 anos...a indisciplina, a violência e a incapacidade de se administrar o pedagógico e a qualidade de ensino. Quando nos aproximamos da discussão do avanço tecnológico, multimídia e informatização na escola, é preciso reforçar a ideia de que a mera incorporação dos recursos tecnológicos não é o suficiente, precisamos mudar o método de ensino. Como fazer isso? As ferramentas de ensino, como lousas interativas, uso de tablets, entre outras , não podem ser consideradas neutras. A autora do artigo ora analisado alerta que estas ferramentas são impregnadas de valores e tendem a suscitar modos de uso e formas de se lidar com o cotidiano, que se distanciam das regras escolares. Alerta que talvez seja incompatível com seu funcionamento. O que temo, enquanto formadora de professores, não é a incompatibilidade e sim a morosidade na formação docente de implementar metodologias de ensino para lidar com elas. As resistências e as dificuldades dos professores diante da real necessidade de aprender linguagens da informatização e métodos que emancipem por meio do conhecimento.
Os professores em todas as instâncias de ensino, desde a educação básica à superior, precisam criar caminhos para manter o aluno conectado na busca de novos conhecimentos e informações, conteúdos escolares e formativos. Como fazer isso? O projeto político pedagógico inovador deve buscar caminhos de aprendizagem que extrapolem as paredes das salas de aula. As aulas devem ser a mescla do conhecimento construído e convalidados nos livros didáticos e enriquecidos com informações recentes e imediatas veiculadas pelos meios de comunicação. O uso de blogues, do facebook, entre outras conexões é um dos caminhos de aproximação....entre o mundo da escola, um mundo de informação e o desafio de ajudar os alunos a filtrarem informações necessárias para sua formação.
Ana Lúcia Crisostimo
Na internet. Leia na íntegra da entrevista: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1164953
A escola como é hj pode desaparecer. Segundo a antropóloga argentina Paula Sibilia que lança livro "Redes ou Paredes - A Escola em Tempos de dispersão", a escola já prioriza a formação de cidadãos, mas oferecer serviços a clientes consumidores.
No ensaio que faz em seu livro avalia o impacto das mídias eletrônicas no aprendizado cada vez mais dispersivo e avesso à reflexão.
Este artigo alerta para o desmoronamento das "paredes" escolares como conhecemos....o nosso modelo de escola, que hj está sendo permeado por redes sociais que perpassam a sociedade. O mercado capitalismo dita novas regras do jogo. A escola está ficando à deriva e têm que se adaptar com urgência. A escola precisa ser redefinida. Tenho encontrado professores da rede estadual de Ensino e muitos falam como está difícil lecionar nestes últimos 5 anos...a indisciplina, a violência e a incapacidade de se administrar o pedagógico e a qualidade de ensino. Quando nos aproximamos da discussão do avanço tecnológico, multimídia e informatização na escola, é preciso reforçar a ideia de que a mera incorporação dos recursos tecnológicos não é o suficiente, precisamos mudar o método de ensino. Como fazer isso? As ferramentas de ensino, como lousas interativas, uso de tablets, entre outras , não podem ser consideradas neutras. A autora do artigo ora analisado alerta que estas ferramentas são impregnadas de valores e tendem a suscitar modos de uso e formas de se lidar com o cotidiano, que se distanciam das regras escolares. Alerta que talvez seja incompatível com seu funcionamento. O que temo, enquanto formadora de professores, não é a incompatibilidade e sim a morosidade na formação docente de implementar metodologias de ensino para lidar com elas. As resistências e as dificuldades dos professores diante da real necessidade de aprender linguagens da informatização e métodos que emancipem por meio do conhecimento.
Os professores em todas as instâncias de ensino, desde a educação básica à superior, precisam criar caminhos para manter o aluno conectado na busca de novos conhecimentos e informações, conteúdos escolares e formativos. Como fazer isso? O projeto político pedagógico inovador deve buscar caminhos de aprendizagem que extrapolem as paredes das salas de aula. As aulas devem ser a mescla do conhecimento construído e convalidados nos livros didáticos e enriquecidos com informações recentes e imediatas veiculadas pelos meios de comunicação. O uso de blogues, do facebook, entre outras conexões é um dos caminhos de aproximação....entre o mundo da escola, um mundo de informação e o desafio de ajudar os alunos a filtrarem informações necessárias para sua formação.
Ana Lúcia Crisostimo
Na internet. Leia na íntegra da entrevista: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1164953
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
IV EXPOSIÇÃO ITINERANTE DO PROJETO ENSINO DE CIÊNCIAS E ALFABETIZAÇÃO CIENTÍFICA
O Colégio Estadual
Mahathma Gandhy, recebe no dia 04 de outubro de 2012, manhã e tarde, a “IV Exposição Itinerante do Projeto Ensino
de Ciências e Alfabetização Científica”, que tem como objetivo central
trabalhar conceitos científicos das ciências, por meio da exposição de
materiais nas áreas de Biologia, Saúde e Meio Ambiente junto à educação básica
das escolas de Guarapuava-Pr. É desenvolvido em parceria com a Faculdade
Guairacá. A equipe organizadora do evento prevê a visita de cerca de 1200
alunos e professores das escolas: Colégio Estadual Rui Barbosa,
Escola Estadual Moacir Julio Silvestri, e Escola Municipal Silvanira e pessoas da comunidade.
A equipe do projeto que é constituída por participantes de diversos cursos da
Unicentro, da Faculdade Guairacá, O materiais a serem expostos abrangem
as áreas de citologia, botânica, malacologia, geologia, entomologia, meio
ambiente, química, física, saúde (enfermagem e fisioterapia) e ainda animais
taxidermizados, animais in vitro, botânica, peças e modelos anatômicos, entre
outras. O evento conta com o acervo do Museu de Ciências Naturais, materiais
dos Laboratórios de Ensino de Biologia e de Anatomia Animal da Unicentro,
recursos pedagógicos e tecnológicos da Faculdade Guairacá. O projeto é subsidiado
pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). O objetivo da exposição é promover a interação universidade-escola por
meio da exposição de materiais pedagógicos na área de Ciências Naturais.
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